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Lançamentos de Julho | Editora LeYa





Wild Cards – Vol. 8 – Luta de Valetes

QUANDO AS PESSOAS PERDEM O CONTROLE SOBRE O PRÓPRIO CORPO, UM NOVO CAOS SE INSTALA NO BAIRRO DOS CURINGAS!

Alguma coisa está agitando os dias na Ellis Island, algo estranho e perigoso o suficiente para deixar de lado até mesmo a inflamada tensão entre os cartas selvagens e os limpos. Saltadores estão entrando em cena... Uma gangue com o poder de transferir a mente para os corpos de outras pessoas, usando-as como marionetes em atos de terror e violência. Depois, numa manobra rápida e imperceptível, eles transferem-se de volta, deixando que as vítimas enfrentem as consequências.
Editada e coescrita por George R.R. Martin, autor da saga “As Crônicas de gelo e fogo”, que originou a série Game of Thrones, “Wild Cards” conta a história de um vírus alienígena que atingiu o planeta Terra, matando grande parte da população e causando mutações em muitos sobreviventes. Alguns foram chamados de ases, porque receberam habilidades mentais e físicas, e outros, amaldiçoados com alguma deformidade bizarra, foram batizados de curingas. Mais de quarenta anos depois, a sociedade americana continua enfrentando os desdobramentos desse grave acontecimento, e novas surpresas continuam a aparecer no Bairro dos Curingas.Ideal para fãs de histórias de super-heróis com o estilo marcante da escrita de George R.Batman – O Cavaleiro das Trevas e Sin City.


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O Reciclador – Uma história de Wild Cards


QUANDO O VÍRUS CARTA SELVAGEM CHEGA NO RIO DE JANEIRO, A REALIDADE DE UM CATADOR DE LIXO SE TORNA SEU MAIOR TRUNFO.
Tiago Gonçalves é um catador de lixo órfão que mora em Jardim Gramacho, na Baixada Fluminense. No entanto, um dia Tiago acorda doente e cheio de marcas no rosto e no corpo. É então que descobre ter sido infectado pelo vírus carta selvagem. Assustados com a transformação, os colegas que dividem o barraco com ele o expulsam do lugar.
Sem opção, se vê obrigado a procurar abrigo no Bairro dos Curingas carioca, e é lá que Tiago descobre que, além da aparência horrível, ganhou também um incrível poder. Ele só não imaginava que o mesmo poder também pudesse colocar sua vida em risco.
O Reciclador é um spin-off de Wild Cards, onde somos introduzidos ao primeiro personagem brasileiro no universo da série . David D. Levine, sob a tutela de George R.R. Martin (autor de “As crônicas de gelo e fogo”, saga que deu origem a série Game of Thrones da HBO), fez um intenso trabalho de pesquisa sobre o país, nos presenteando com uma história cruamente real sobre nossas condições sociais.

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Esse Cabelo: a tragicomédia de um cabelo crespo que cruza fronteiras

ALÉM DE CONTAR A INUSITADA HISTÓRIA DE UM CABELO CRESPO, ESTE LIVRO FALA TAMBÉM DE RACISMO, FEMINISMO E IDENTIDADE

A novíssima estrela da literatura portuguesa chama-se Djaimilia Pereira de Almeida — e é angolana.
(José Eduardo Agualusa) 

Falar de cabelos é uma bobagem? Não, até porque, segundo a narradora deste livro, “escrever parece-se com pentear uma cabeleira em descanso”; e visitar salões de beleza é uma boa forma de conhecer hábitos, de aprender a distinguir modos e feições e até de detectar preconceitos. 

Este é um romance surpreendente que mistura memória, imaginação e crítica social com humor e leveza na medida certa, mas que também discute temas atuais como racismo, feminismo e identidade. 
Aqui temos a história de Mila – uma menina que chega em Lisboa aos três anos de idade, despenteada, saída de Luanda, na África – e das suas memórias ao longo do tempo, porque, claro, não somos sempre iguais aos nossos retratos de infância. Mas também é a história das origens do seu cabelo crespo. Enquanto acompanhamos as aventuras de um cabelo crespo – curto, comprido, amado, odiado, que se embrenha por memórias e histórias num convite ao leitor a desembaraçar todos os nós –, acompanhamos também os caminhos e descaminhos da vida dela. Aqui, da raiz às pontas, estamos assistindo também à narrativa da relação entre vários continentes e a uma geopolítica em constante transformação. 

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Guia politicamente incorreto dos anos 80 pelo rock

LOBÃO SOLTA O VERBO E CONTA TUDO O QUE VOCÊ SEMPRE QUIS SABER SOBRE O ROCK BRASILEIRO DOS ANOS 80

Com muito humor, ironia e sarcasmo – como não poderia deixar de ser –, Lobão revive as amizades, as parcerias, as primeiras derrotas, as decepções, as drogas, a baixa autoestima, as gravações ruins e, ao mesmo tempo, as grandes canções que marcaram a história do rock nacional e a década de 80 neste Guia politicamente incorreto dos anos 80 pelo rock. Ele se confronta com as contradições daqueles anos, sua atmosfera política e o desinteresse da nova geração de músicos que surgia pelo que chama de “desgastada e empolada linguagem da ingênua, presunçosa e reacionária MPB”. 

Os anos 80 ficaram conhecidos como a década perdida. Mas, apesar dos penteados esquisitos, das ombreiras, doXou da Xuxa e da hiperinflação, também foram anos de muito rock and roll. Pelo olhar de alguém que abraçou a vida bandida daquela época, este livro apresenta um retrato irreverente, sincero e pessoal do Brasil a partir dos bastidores de uma de suas principais expressões culturais. Tomando o devido distanciamento temporal dos acontecimentos, Lobão (ao mesmo tempo um dos sócios-fundadores daquele rock e um de seus maiores críticos) não poupa palavras para, de uma vez por todas, contar todas as verdades sobre a tão falada década – de sua alegria inicial e real esperança à decadência. 


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Tempos compulsivos: a busca desenfreada pelo prazer

UMA REFLEXÃO SOBRE AS COMPULSÕES E O TEMPO EM QUE VIVEMOS

Tempos compulsivos reúne reflexões sobre um tempo de respostas exaltadas, de opiniões apressadas, desabafos públicos e de uma busca desmedida e imediata pelo prazer. Partindo de¬ considerações acerca de nosso estilo de vida, de nossas demandas, de tudo aquilo que se vai incorporando ao cotidiano sem percebermos, a autora constata que essa aceleração resultou tanto no crescimento de compulsões, como no número das depressões e dos quadros de violência. 

Pesadas rotinas de trabalho, compromissos presenciais e virtuais, incontáveis afazeres apontam para o fato de que a vida não cabe mais nas 24 ¬horas diárias. Somos hoje impostos a uma extrema aceleração na maneira de viver e de pensar. O resultado é só um: pessoas exaustas, sobrecarregadas, estressadas, muitas vezes “gritando” silenciosamente por socorro. 


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A Primeira Guerra Mundial

O CONFLITO QUE MUDOU O MUNDO, DESTRUIU IMPÉRIOS, REALINHOU FRONTEIRAS E MATOU MILHÕES DE PESSOAS

Em A Primeira Guerra Mundial, o historiador Martin Gilbert se debruça sobre o conflito que mudou o mundo, matou milhões de pessoas, destruiu quatro grandes impérios e alterou definitivamente o panorama geopolítico da Europa e do Oriente Médio. Mais do que isso, legou à humanidade novas tecnologias de morte – tanques, aviões, submarinos, metralhadoras, artilharia de campo, gás venenoso, armas químicas. Era a guerra para acabar com todas as guerras. Começou às onze e quinze da manhã, em 28 de junho de 1914, em Sarajevo, e se encerraria oficialmente quase cinco anos depois. Até hoje, no entanto, vivemos muitos dos horrores que ali nasceram: a Primeira Guerra Mundial nunca terminou. 

Entre 1914 e 1918, se desenrolaram duas guerras muito diferentes. Em consequência de ocupações, bombardeios, fome e doenças, mais de nove milhões de militares e cinco milhões de civis foram mortos. Porém, paralelamente ao conflito em que o sofrimento individual e a angústia atingiram uma escala gigantesca, em particular nas trincheiras da linha de frente, houve o embate de gabinetes, soberanos, propagandistas e idealistas que, repletos de ambições e ideais políticos e territoriais, determinaram o futuro e impérios, nações e povos de modo tão contundente quanto no campo de batalha. Tudo passou por uma enorme transformação: os códigos de comportamento, a literatura, as distinções de classe. Nas palavras do autor, “a guerra alterou o mapa e o destino da Europa da mesma forma que cauterizou sua pele e deixou marcas na sua alma.” 


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