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[Review Netflix] Iron Fist- Punho de Ferro


Iron Fist- Punho de Ferro 
Série Original da Netflix.

Como todas às demais séries que apresentam Os Defensores (Daredevil, Jessica Jones e Luke Cage), estava muito ansiosa pela chegada do Iron Fist. Confesso que depois de ler algumas críticas fiquei com o pé atrás. Mas levei uma tapa e aprendi que tenho que ver por mim mesma. Surtei em alguns momentos, ainda mais com as referências! 

Na apresentação do último membro dos Defensores, conhecemos Danny Rand. Um menino bilionário que foi dado como morto após um acidente de avião. Na sua morte Danny foi resgatado e treinado pelos monges, onde a casta fica em outra dimensão. Ficando fora do seu mundo por 15 anos. Sendo treinado para ser uma Arma Viva. 


Desse lado, o roteiro deixou muito a desejar, já que foram poucas às vezes que foram citadas sobre essa dimensão da série. E digo isso, pois admiro muito a dimensão mística que a Marvel traz em suas histórias. 

Mas voltando, a trama de Danny não é tão complicada como os demais. Ele não tem um passado sombrio que leva ele a ser obscuro. Ao contrário, Danny foi um menino amado por seus pais e tem princípios fantásticos. 


No retorno para casa, ele não tem tinha noção que seria tão difícil conseguir sua vida de volta, afinal, foi 15 anos morto. Sua ingenuidade às vezes me irritava. Sério, o cara consegue ser muito idiota em cada episódio. Mas ele tem um bom coração que pouco a pouco está sendo corrompido.

Danny me representa quando ele tenta ser educado, mas só leva patada. Povo não ajuda – conheço o sentimento. 

Como tem mostrado nas demais séries, os ricos são pessoas que não se devem confiar. No primeiro episódio, você recebe uma grande surpresa – No Spoiler. 

Danny quer apenas recuperar o tempo perdido com sua família, ou o que ele pensava ser a sua família. Cansado de tentar fazer as coisas do jeito certo, Danny consegue recuperar o seu nome. E isso entra em conflito com tudo, especialmente para os irmãos Mitchell. 


Mas até esse momento o vilão não aparece na série. Não há um vilão definido e isso deixou a série um pouco sem rumo. Mas há um ponto legal nisso. Sabemos que todos podem ser traiçoeiros e não se sabe quem vai dar o próximo bote. Deixando todos em evidência.

A série traz um inimigo antigo da Marvel. O Tentáculo. Mas ainda não foi explorado como deveria. Não se sabe muito sobre o porquê de trazê - lo tão de repente e não explora-lo como gostaríamos. 

Como o último Defensor a ser apresentado, Iron Fist tem pequenas referências das séries da parceria Netflix – Marvel, até mesmo sobre a série Agents of Shield. 


Roteiro: 

Com tantas idas e vindas, muitos pontos ficaram soltos. Não se sabe tudo o que foi resolvido ou não. — Odeio esses tipos de roteiros, vontade de mandar o povo ler HQ’s. Mas é uma ADPTAÇÃO. Tenho que engolir. 


O que eu pensei que séria uma Série de Pancadaria, deixou muito a desejar. Não me leve a mal, gostei das cenas de luta, mas não me deram muita euforia. Não sei se eles estão guardando o verdadeiro Punho de Ferro para os Defensores, eu querem trabalhar a evolução do herói – Já que Danny não está pronto para o seu destino – Só espero que melhore, muito. 

Luta mesmo, apenas no último episódio. 


Elenco/Personagens:

Finn Jones, conhecido por seu papel em Game Of Thrones – uma das minhas séries favoritas. O ator conseguiu trazer a tona uma inocência de Danny. Sim, gostei das emoções que o ator passou. Foi um bom encaixe.

Os irmãos Mitchel, que tive antipatia desde o primeiro episódio. Foram maçantes, Joy então, conseguiu ter minha ira logo de cara. Mas no final, até que ela ganhou uns pontinhos comigo.

Mas o maior destaque para mim, foi Colleen Wing (Jessica Henwick). Uma professora de Kung Fu. A garota arrasa. Com ela sim, temos umas boas cenas de luta. A garota conseguiu derrubar dois brutamontes brigando em uma gaiola. Danny, querido, aprenda com ela. Essa sim foi uma tremenda surpresa e a personagem de destaque. Além de ter sido tão inocente por toda a vida.



Introdução dos Defensores. 

Mesmo entre pontos soltos. A referência em reuni-los foi bem sucedida. Claire como sempre, fazendo sentido em todas as séries que participa, e em Iron Fist, o seu possível romance com Luke deve estar indo muito bem, já que há uma cena de troca de cartas. 

Nas últimas temporadas dos demais Defensores, muitas coisas ficaram sem resolução. O time está formado, mas todos estão prontos para a primeira batalha em grupo? Pelo o que eu sei, não é fácil para nenhum deles trabalhar em equipe. 


Fica aí o questionamento. 

Vamos esperar!

Não foi pior do que imaginei, nem tão bom quanto queria. Mas conseguiu apresentar o herói. A série foi aceita pelo público, mesmo a tantas críticas negativas. Agora nos resta esperar a segunda temporada e ver a evolução do herói.



Crítica por Tatiana Pinheiro

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