Header Ads

[Resenha] A soma de todos os beijos (Smythe-Smith #3) | Julia Quinn


272 páginas || Quarteto Smythe-Smith #3 || Julia Quinn || Ano 2017 || Editora Arqueiro 
Resenha por Débora Favoreto

Em, A soma de todos os beijos, terceiro livro da série Quarteto Smythe-Smith, conhecemos a história de Lorde Hugh e Lady Sarah.

Lorde Hugh era um homem atento e com uma memoria invejável. Sua afinidade com os números tornou-o um matemático brilhante; contudo, isso lhe trouxe muitas coisas boas e ruins também, visto que, o mesmo foi acusado de trapaça várias vezes.

Como era o filho mais novo do Marquês de Ramsgate, ele sabia que não herdaria praticamente nada. A fim de procurar um meio de sustento, as cartas era algo prazeroso e certeiro, onde ele podia usar seus talentos numéricos. Porém, com o tempo, ficou difícil encontrar cavalheiros dispostos a jogar, ainda mais depois do erro que Hugh cometeu ao desafiar o amigo Daniel para um duelo, quebrando não só uma regra de ouro como também ficando com as marcas desse dia, no corpo.

Quem leu o segundo livro, sabe o que houve entre Lorde Hugh e seu amigo Daniel, por isso não entrarei em detalhes.

Nesse segundo livro entendemos o desespero de Marquês Ramsgate, pai de Hugh. Já que o seu filho mais velho, o qual herdaria tudo não queria se casar e ter filhos, ele depositava todas suas esperanças em Lorde Hugh para que o sobrenome seguisse em frente.

“— Nunca disse que não me casaria. — Disse Hugh, embora porque sentiu a necessidade de dizer isto não tinha ideia. — Mas não vou fazê-lo como quer. Além disso, não sou seu herdeiro.”

Lady Sarah Pleinsworth, prima de Daniel Smythe-Smith, também veterana de três temporadas sem sucesso em Londres, era uma mulher sonhadora, conhecida por sua teimosia e personalidade dramática.

A dama não simpatizava nem um pouco com lorde Hugh desde o ocorrido desse com seu primo, e sua antipatia também era retribuída por Hugh embora nenhum dos dois se conhecessem de verdade.

Lorde Hugh era um homem solitário e gostava assim. Algumas pessoas ele até procurava, porém outras ele evitava o máximo; como era o caso de seu pai -que o perseguia incansavelmente para que ele lhe desse netos o mais rápido possível- e de Lady Sarah-que falava demais e o irritava muito.

Mas um acontecimento está prestes a fazer com que esses dois venham realmente a se conhecer e aprender que primeiras impressões nem sempre são as que ficam...

Foi durante toda a preparação do casamento de Honória, irmã do Daniel, que Lorde Hugh e Lady Sarah são obrigados a conviver e, depois de um beijo que leva a outro e mais outros, ambos se veem completamente envolvidos na soma de todos esses beijos, que só poderia resultar num sentimento muito diferente do qual eles pensavam, a princípio, sentir um pelo outro.

Seria esse sentimento forte o suficiente para deixar as brigas do passado de lado? Lady Sarah abriria mão do seu orgulho e se entregaria de corpo e alma assim como o seu coração deseja?

Confesso que por enquanto, A soma de todos os beijos foi o livro que mais gostei da série, Lorde Hugh me intrigava desde o segundo livro. Por isso, conhecê-lo melhor me agradou bastante. A escrita da autora e os livros da série seguem o mesmo padrão.

O bom humor também continua nesse livro, principalmente com Harriet e suas peças engraçadas cheias de unicórnios.

Divertida, leve e despretensiosa, A Soma de todos os Beijos é uma leitura agradável, própria para passatempo.

Como já disse na resenha dos dois primeiros livros, se você gosta de uma leitura bem leve e sem muitos acontecimentos, a série Quarteto Smythe-Smith é pra você.



CAPA E SINOPSE:

Lorde Hugh Prentice é um gênio da matemática e teve sua perna (e sua vida) arruinada por causa de um duelo com seu amigo, Daniel Smythe-Smith.
Nesse livro, conheceremos um pouco da história de Hugh, antes e depois do acontecido. Sua família, o desespero de seu pai para conseguir que um de seus filhos lhe desse um herdeiro, visto que um não é chegado à mulheres e o outro, provavelmente terá dificuldades em encontrar uma esposa, e principalmente em ter filhos.
E, claro, sua relação de amor e ódio com Sarah Pleinsworth, prima mais velha de Daniel, que mesmo antes de conhecê-lo, já odiava Hugh por ter arruinado sua família através desse duelo. Mas, as coisas começam a mudar quando Honoria, sua prima, pede para Hugh substituir seu padrinho no casamento e para Sarah ser sua acompanhante durante sua estadia, para que ele ficasse mais confortável diante dos familiares de Daniel. E esse tempo se prolonga, já que Daniel se casará duas semanas depois da irmã e resolve torná-los uma única festa... É claro que eles não se dão no início, mas com o tempo, ainda mais depois do primeiro casamento, quando ela fica impossibilitada de andar, eles deixam as diferenças de lado e começam a se conhecer realmente, e, o que era ódio, acaba se tornando uma paixão avassaladora. Mas as limitações de Hugh vão ser apenas um dos problemas que o casal enfrentará pelo caminho...

Ficção / Literatura Estrangeira / Romance


2 comentários:

  1. Oi! Eu confesso que o segundo e o terceiro são meus livros favoritos, porque acontecem coisas demais e os personagens são cativantes. Demorei pra gostar da Sarah, mas depois passei a amá-la e Hugh eu já queria conhecer, fiquei mais animada ainda após ter lido sua história.
    Beijo! Leitora Encantada ?

    ResponderExcluir
  2. Quero muuito ler esse livroooooooooooooo

    Ótima resenha!

    Beijos;
    Jesse Lira | www.jesselira.com.br

    ResponderExcluir

Tecnologia do Blogger.